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segunda-feira, 14 de maio de 2012

Parabéns Mike Inez

Hoje o nosso querido e sorridente baixista completa 46 anos de vida.

 Parabéns Mike Inez, que vivas muitos mais anos!!

sábado, 3 de março de 2012

Mike Inez irá tocar no Rock n' Roll All Stars, Brasil [21 de Março]

Rock n' Roll All Stars é um projeto que conta com várias estrelas de Rock como Gene Simmons, Matt Sorum, Duff McKagan, Mike Inez e outros. O projeto consiste num conjunto de concertos com os músicos referidos, no Centro e Sul da América entre meados do mês de Março e inícios do mês de Abril. A ideia do projeto foi do próprio Matt Sorum e de Gabe Reed. Para saber mais, leia o documento abaixo:

Imagem

sábado, 11 de fevereiro de 2012

Mike Inez: "Acho que temos o recorde de mais perdas. E tomamos essa medalha com orgulho."


Em dezembro de 2010, Mike Inez fez parte de uma edição especial da revista Revolver - intitulada de "Fallen Heroes of Hard Rock and Metal - Kepping Heaven Heavy" - que apenas foi publicada em inícios de 2011, onde se pode ver na capa, a cara de Staley, assim como de outros heróis do Rock como Freddie Mercury, The Rev, Dio, Dimebag Darrell e Kurt Cobain. Nesta entrevista, Inez recorda Staley como um bom ser humano - um homem verdadeiro, inteligente e talentoso.

Quais são suas melhores lembranças de Layne?
MI: "O Layne era um ser humano verdadeiro, e também um bom homem. Ele nunca tinha segundas intenções. Ele nunca fazia piadas racistas, nunca o ouviu falar merda de ninguém. Ele apoiou desde a outras bandas, como o Lollapalooza, estavam com os Tool, Rage Against The Machine, Fishbone, Dinosaur Jr, Primus e Arrested Development. E no final dessa digressão de seis semanas dos EUA, começámos a tocar uns com os outros. Houve pessoas que vieram connosco e nós fomos com eles. Em seguida, houve a loucura da banda belga industrial chamada Front 242. Eles não falam Inglês muito bem, falavam a sua própria língua. Acontece que eles eram geniais, só que era muito difícil nos relacionar com eles porque eles eram estrangeiros e parecia tudo um circo itinerante. Por algum motivo, o Layne amava aquela banda. Oferecia-se para improvisar com eles, o que era muito fixe. De todas as estrelas do rock -.. Sabes, os Rage Against The Machine e os Tool e todas aquelas bandas de estrelas de rock que tinha - ele queria fazer «jams» com o ato de abertura e fazer aquela música maluca de industrial".

Como é que o Layne lidava com a fama?
MI: "(...) Bem, fomos para os Grammys e foi muito engraçado porque ele não era o tipo de homem que queria ser o centro das atenções. Era do tipo de perfil baixo. Não era o tipo de homem em quem irias reparar, é simplesmente fantástico as suas vibrações de transmissão. Fomos para lá, onde se incluíam pessoas como Robert De Niro, Michael Bolan e Nicolette Sheridan. Todos os famosos e, em seguida, vieram os loucos dos grungers. E não importa quem estava na sala, percebi que toda gente olhava para o Layne. As pessoas não sabiam quem ele era e perguntavam: 'Uau, quem é aquele homem?' Eu tive essa energia e era interessante. Para ele, essas coisas eram estúpidas - todas essas cerimónias de premiação e  ondas de ego típicas de Nova York e Los Angeles. Foi muito divertido. Acabávamos sempre por gravitar em direção a nós próprios e ficávamos a rir. Acho que até agora perdemos oito Grammys. Por isso, será quase como uma decepção quando ganharmos. Acho que temos o recorde de mais perdas. E tomamos essa medalha com orgulho."

Como era trabalhar com o Layne nas canções?
MI: "Ele era óptimo. Uma das primeiras músicas que eu escrevi com ele foi 'A Little Bitter' da trilha sonora de 'O Último Grande Herói". E então, com "Jar Of Flies", as duas músicas que eu escrevi com ele foram 'I Stay Away' e 'Rotten Apple'. Nessas três músicas, o Layne escreveu as melodias. Olhando para trás, tivemos uma química mágica muito especial. Eu sei que muitas bandas dizem isso, mas foi muito bom ver o  Layne a percorrer o seu caminho vocal. Eu era tão diferente. Eu fazia o oposto.  Primeiro fazia as melodias - e esse tipo de coisas. E muitas das melodias soavam desafinadas ou algo do género. Havia uma nota que não encaixava e ele dizia 'Não, espera, espera'. Com isso, nós deixávamos ele fazê-lo. Ele fazia com que a sua voz e as melodias encaixassem de maneira radical. Ele criava a canção de forma coletiva.

Eu sempre pensei que era experimental, a maneira como ele o fazia. Eu nunca soube exatamente o que queria, mas depois ele chegava lá e começava a puxar as coisas para fora. Eu diria que um dos pontos fortes dos Alice In Chains é a nossa forma de escrever, compor todos os lotes de material de uma só vez. Mas no final sabemos o que é bom e o que não presta. Eu acho que é um dos nossos pontos fortes, dizer: 'Ok, isso é porreiro, isso não é suficientemente bom". O Layne era realmente bom no que fazia. E aprendemos a confiar nele. E eu acho que antes de eu chegar, os outros rapazes confiavam nele como vocalista. E, claro, o [guitarrista e vocalista, Jerry] Cantrell é também um grande compositor.

Nós escrevemos, gravámos e produzimos o "Jar Of Flies" em 10 dias entre duas digressões. Então, quando ele ficou em primeiro lugar, não estávamos a acreditar. Mas aquele era o melhor da cena na época. Eu sempre pensei que estarmos quase confinados para irmos para o Pacífico Noroeste, havia oportunidade para que bandas como Soundgarden, Pearl Jam e Nirvana evoluíssem como banda e descobrissem o seu tipo de música antes de estarem dentro do cenário musical. Estarem isolados de Los Angeles e Nova Iorque acho que foi bom para essas bandas.  E cada um desses cantores soarem diferentes um do outro. Verdade seja dita, de todos eles, o Layne era o meu favorito. Ele era uma voz original, uma voz original americana".

sábado, 14 de maio de 2011

Parabéns: Mike Inez

Parabéns Mike Inez... És um grande baixista!

Continua com os AIC!!

Se quiser saber mais do Mike Inez, clique aqui...

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Alice in Chains: Mike Inez


Mike Inez é o segundo baixista da banda que entrou após a saída de Mike Starr e, desde então, que está na banda até agora.
Nasceu no dia 14 de Maio de 1966, em San Fernando, na Califórnia e sempre teve um grande amor pela música. Baixo não é o único instrumento que Mike sabe tocar, toca guitarra e saxofone, mas apenas no final dos anos 80 começou a tocar baixo em bandas de rock…
Em 1989 foi aceite para trabalhar com o Ozzy Osbourne, logo em 1993 começou a fazer turnês com os Alice in Chains, mas também trabalhou com os Slash’s Snakepit em 1995, com os Black Label Society entre 2001-2004, com o Jerry Cantrell em 1998 (Boggy Depot), voltando de novo para os Alice in Chains em 2005 (período de reunião da banda após a morte de Layne Staley).


São muitas as pessoas que se questionam se Inez também era viciado em Heroína ou outras drogas como os restantes membros da banda, Inez fez questão de esclarecer isso no livro "Everybody Loves Our Town" de Mark Yarm - "Eu pessoalmente nunca experimentei Heroína. Todos apontam para o Layne, mas eu tenho de admitir que nessa época estávamos todos na droga. Experimentávamos todo o tipo de merda. Só drogas. Estávamos todos fora de controlo. Foi uma época muito difícil e de alguma forma, era assim que lidávamos com a pressão e com as digressões. (...) Eu olhei à minha volta e lembrei-me do Layne e foi aí que tive um grande flash e pensei 'Wow, nós não estamos bem' ".
Após anos de namoro e de longa amizade, Mike decidiu casar-se no dia 8 de Maio de 2010 com Sydney Kelly, com quem ainda mantem um relacionamento.


Clique aqui para ver o seu equipamento.